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Exportação de açúcar continua em alta

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Foto: Divulgação
O açúcar continua sendo o principal produto de exportação da Região Administrativa de Ribeirão Preto (RARP). É o que aponta a edição de outubro do Boletim Comércio Exterior do Ceper/Fundace – órgão ligado aos docentes da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade de Ribeirão Preto (FEARP) da USP. Nos últimos doze meses, o valor exportado do produto aumentou aproximadamente 10% em comparação com os doze meses anteriores. A alta está associada à queda do preço (7%) durante todo o ano.
 
O município de Sertãozinho é o principal responsável pela maior participação nas exportações da RARP tendo o açúcar como destaque. Por outro lado, cabe destaque para a forte queda (84%) do valor exportado de álcool etílico, o que explica também a diminuição da quantidade de álcool exportada.
 
Enquanto isso, Ribeirão Preto destacou-se pela exportação de soja e derivados, minérios de estanho e derivados e itens relacionados à alimentação de animais. Além destes, apesar de terem perdido posição no ranking, instrumentos e equipamentos de saúde humana e animal continuam entre os cinco itens mais relevantes nas exportações do município.
 
“No País em geral, nota-se expressivo aumento nos valores exportados de todos os itens, com exceção de carne, cujo valor exportado se manteve praticamente no mesmo patamar”, explica o pesquisador do Ceper e coordenador do estudo, Luciano Nakabashi.
 
No estado de São Paulo, destaca-se o grande aumento do valor exportado de óleos brutos de petróleo (42%). Açúcar e automóveis também apresentaram variações positivas (18% e 22%, respectivamente). O aumento das exportações de automóveis reflete a recuperação econômica de importantes importadores deste item, como a Argentina, o que é considerada uma ótima notícia devido à importância da indústria automobilística no estado.
 
Enquanto isso, veículos aéreos e sumos de frutas apresentaram reduções de 11% e 8%, respectivamente. A queda das exportações de veículos aéreos ocorreu devido à diminuição do número de aeronaves exportadas pela Embraer.


Fonte: USP / Ribeirão Preto

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