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Resultados Odebrecht Agroindustrial - Safra 2016/2017

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Foto: Internet
A Odebrecht Agroindustrial divulgou hoje o balanço da safra 2016/2017. No último ciclo, a receita líquida da Empresa chegou a R$ 4,4 bilhões, cerca de 20% superior a 2015/2016. Considerando a receita pró-forma¹, R$ 4,85 bilhões, o indicador superou a safra anterior em aproximadamente 32%. Já o EBITDA da Odebrecht Agroindustrial totalizou R$ 1,60 bilhão no período, com margem de 36%, enquanto o EBITDA pró-forma¹ alcançou R$ 2 bilhões, com margem de 40%, o que representa um crescimento de 33% em relação à safra 2015/2016.
 
“Este resultado foi reflexo principalmente da melhoria de preços de etanol e açúcar observados durante a safra 2016/2017, dos esforços de redução de custos e captura de ganhos de produtividade nas atividades agroindustriais da Empresa, além da incorporação dos ativos de cogeração de energia elétrica”, destaca Alexandre Perazzo, vice-presidente de Finanças e Relações com Investidores da Odebrecht Agroindustrial.
 
Um dos destaques da safra foi a conclusão da reestruturação financeira, em junho de 2016, com uma capitalização da Odebrecht S.A. no montante de aproximadamente R$ 4,6 bilhões,  o que diminuiu expressivamente a alavancagem e dívida de curto prazo da Odebrecht Agroindustrial (de 35% na safra 15/16 para apenas 2,8%). Adicionalmente, também como parte da reestruturação financeira, houve o retorno dos ativos de cogeração de energia para a estrutura societária da Companhia, com valor estimado em cerca de R$ 2 bilhões.
 
A Empresa processou 28,3 milhões de toneladas de cana-de-açúcar na safra 2016/2017 e registrou recordes de produção de etanol anidro, açúcar e exportação de energia elétrica. Além disso, o ATR (Açúcar Total Recuperável) da cana atingiu 130 kg/ton, um aumento de 2% em relação ao ciclo anterior. O plantio na safra atingiu 49 mil hectares, crescimento de 6% na comparação com o período anterior, com priorização das áreas de renovação (92%).
 
Em busca do aperfeiçoamento de suas práticas empresariais, a Empresa aderiu, durante a safra passada, ao Pacto Global, iniciativa da Organização das Nações Unidas (ONU) para engajar organizações em torno de dez princípios que promovem o respeito aos direitos humanos, condições dignas de trabalho, preservação ambiental e combate à corrupção.
 
A Odebrecht Agroindustrial mantém seu compromisso com o desenvolvimento das comunidades onde está inserida. Apenas na última safra, o Programa Acreditar capacitou 244 pessoas da comunidade em 17 cursos de qualificação para a indústria sucroenergética. Já o Acreditar Jr. beneficiou 415 jovens com aprendizado prático nas Unidades Agroindustriais. Durante o último ano, a Empresa realizou ainda o Projeto Acreditar na Diversidade, no Polo São Paulo, para inclusão de Pessoas com Deficiência no mercado de trabalho. O projeto foi reconhecido pela ONU, durante as comemorações dos 10 anos da Convenção dos Direitos da Pessoa com Deficiência, como boa prática empresarial em prol da inclusão.
 
Com mais de 11 mil integrantes, a Odebrecht Agroindustrial completa 10 anos no mês de julho. Durante este período, a Empresa vem desempenhando importante papel no agronegócio brasileiro e transformou-se no maior fornecedor de etanol e energia elétrica limpa para o mercado nacional.
 
Na área social, programas como Energia Social, Acreditar e Acreditar Jr. já fazem parte do histórico da Odebrecht Agroindustrial. Com a produção de cana-de-açúcar em novas fronteiras agrícolas e os investimentos sociais realizados, a Empresa cria e distribui valor para as comunidades locais por meio da geração de renda e das ações direcionadas para a qualificação profissional das pessoas. Por meio do Programa Energia Social, baseado em gestão participativa, a Empresa já investiu mais de R$ 21 milhões em 72 projetos desenvolvidos nas áreas de Saúde, Educação, Preservação Ambiental, Cultura e Atividades Produtivas, beneficiando diretamente cerca de 150 mil pessoas.
Para a safra 2017/2018, a Empresa projeta a moagem de 29,6 milhões de toneladas de cana, com a produção de 2,1 bilhões de litros de etanol, 609 mil toneladas de açúcar VHP e 2,2 mil GWh de energia elétrica exportada.
 
(1)    “Pró-forma” considera 12 meses dos resultados da operação de cogeração de energia. O societário contempla apenas o período de 22 de dezembro de 2016 (data do retorno para a estrutura societária da Companhia)  a 31 de março de 2017.


Fonte: CDN – Comunicação Corporativa

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